Com a acelerada ascensão da Indústria 4.0, alguns aspectos da ficção científica vêm se tornando realidade. Um exemplo disso são as empresas como a Enacom que adotam inteligências artificiais para melhorar a eficiência da produção ou para criar soluções e serviços mais personalizados e alinhados às necessidades de seus clientes.
Mas como a IA na Indústria 4.0 se compara àquela vista na ficção científica? Continue lendo para saber mais.

Em muitos casos, os sistemas de IA utilizados na Indústria 4.0 são focados em tarefas específicas, como a manutenção preditiva de máquinas ou a otimização da cadeia de suprimentos, por exemplo, o que torna a indústria atual muito menos sofisticada do que aquela que vemos na ficção científica.
Ainda assim, a indústria 4.0 e a ficção científica têm muitas semelhanças em termos de tecnologias avançadas, automação e inteligência artificial. Ambas exploram a ideia de máquinas trabalhando de forma autônoma e conectada, enquanto também visam melhorar a eficiência, a produtividade e a qualidade dos produtos.
Mas enquanto a ficção científica traz uma visão futurista e muitas vezes super avançada e irreal, a indústria 4.0 já é uma realidade e está em constante evolução transformando a indústria.
Isso não significa necessariamente uma revolta dos robôs, mas uma dinâmica no mundo do trabalho que permite às empresas tomarem decisões mais precisas, rápidas e em tempo real, com base em grandes quantidades de dados. A inteligência artificial aqui ajuda a automatizar processos que antes eram realizados manualmente, permitindo que as empresas foquem em atividades que agreguem valor ao negócio.
Ficção científica vs Indústria 4.0
Enquanto a indústria 4.0 procura melhorar os processos de manufatura, com redução de custos e aumento da rentabilidade, a ficção científica, geralmente, tem um viés mais emocional e se concentra na compreensão dos impactos de tecnologias futuras na sociedade e nas consequências éticas e morais que elas podem trazer.
O que acontece é que na ficção científica a inteligência artificial muitas vezes parte de conceitos teóricos futuristas pessimistas que trazem realidades completamente controladas por robôs como uma consequência dos avanços tecnológicos.
E embora existam diversas controvérsias quanto aos usos das IAs e pouca legislação para a intensidade e rapidez com que elas estão sendo criadas, enredos apocalípticos em que seremos substituídos por robôs continua sendo apenas ficção.
No entanto, um mundo onde robôs e seres humanos coexistem já foi previsto pelo pioneiro na literatura de ficção científica, Isaac Asimov. E como forma de prevenir possíveis riscos dos avanços da IA para a humanidade, o escritor traz em sua literatura as 3 Leis da Robótica. São elas:
1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a primeira Lei.
3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a primeira e segunda leis.
Futuro da Inteligência Artificial
Por enquanto, a realidade que está posta para nós é a de que as IAs são ferramentas poderosas que ajudam as pessoas a terem mais autonomia e agilidade e empresas a serem mais eficientes, lucrativas e inovadoras.
Por isso, reconhecer o valor da IA na Indústria 4.0 é fundamental para que as empresas se mantenham competitivas no mercado atual. E enquanto a IA ainda não se assemelha àquela da ficção científica, é importante lembrar que ela está em constante evolução e há muito a ser explorado, discutido e aplicado em relação aos seus usos.
